A viagem que me fez tremer

Me chamo Renato, hoje sou casado e moro em um pequeno país chamado Liechtenstein, mas em junho do ano de 2006 tudo era muito diferente na minha vida, morava no Rio de Janeiro e tinha uma pequena empresa de publicidade em São Paulo, tinha também financiado um Flat em São Paulo próximo a esta empresa que utilizava como base durante os dias que ficava em São Paulo a negócios. Inevitavelmente, praticamente toda semana precisava fazer viagens para vistoriar como andavam as coisas na empresa. Tinha meus 28 anos, ainda muito jovem e solteiro, gostava de curtir a vida como solteiro, utilizando meus horários livres para investir e em caso de uma carência afetiva, eu utilizava os serviços de uma acompanhante de luxo, para mim era uma solução mais econômica utilizar estes serviços adultos ao invés de ter uma namorada e eu poderia diversificar, alguns dias escolhia uma morena e outros dias uma loira, digamos que eu era um homem realizado dentro das minhas convicções da época. Sobre os dias atuais, irei contar em uma outra história, mas posso adiantar dizendo que as minhas convicções e meu apetite sexual não mudaram tanto assim, ainda sou muito ativo, só que com mais dinheiro e gostos mais exóticos que naquela época

Decidi então naquela semana ir para São Paulo num sábado para aproveitar o final de semana antes dos trabalhos que viriam na segunda-feira e para economizar, optei em fazer a viagem de ônibus, pois pensei: Apenas seis horinhas, vai passar rápido e a diferença de valor entre uma passagem de ônibus e avião eu poderei utilizar convidando uma acompanhante para meu Flat mais tarde que tinha visto num site de classificados de acompanhantes de luxo da época. Só não esperava o quanto esta viagem poderia ser diferente, tensa e com muito tesão no talo durante praticamente toda a viagem..

O embarque…
Entrando no ônibus, vi que estava relativamente vazio, achei muito bom, era volta de 14:00 horas e a previsão para chegar em São Paulo estava para às 22:00 horas. Sentei no meu acento e não tinha ninguém ao meu lado, pensei: “muito bom”, iria dormir por 6 horas e ao chegar em São Paulo iria dar aquele telefonema para a loira siliconada que tinha visto no site e faria aquela foda gostosa, lembro como se fosse ontem que estava louco para comer um cuzinho de quatro, a loira do site dizia fazer um anal divino e aquilo ficava martelando na minha cabeça. Enquanto eu pensava em putaria, do outro lado do corredor do ônibus sentaram duas mulheres bem novinhas, duas morenas que até hoje não sei seus nomes, então contarei esta história para você chamando a mais velha de Magrinha e a mais nova de Delicinha. A mais velha deveria ter seus 33 anos, era um pouco mais velha que eu, bem Magrinha, por volta de 1.70 de altura seios pequenos e uma bundinha pequena, meio sem sal para os apreciadores de uma mulher mais carnudinha, de rosto era bem normalzinha, não usava maquiagem, vestia uma calça jeans e uma camisetinha amarela bem surrada, dava para ver que não tinha boas condições financeiras, tinha um cabelo que não era cuidado, escuro cacheado e estava preso com rabo de cavalo sem nenhuma preocupação com a aparência, porém, a amiga que estava com ela que chamaremos nesta história de Delicinha era uma moreninha linda de rosto, seios fartos, mignonzinha, por volta de 1.55 de altura, cabelo liso também preso mas com uma certa preocupação com sua aparência, uma cinturinha fininha com um par de coxas desconcertantes e grossas, ela usava uma sainha minúscula e um topzinho branco e dava para perceber que não usava sutiã, sua pele era como um pêssego, não se via cicatrizes, marcas de espinha no rosto, era lisa, não tinha pelos nas pernas ou nos braços, naquele momento esqueci a loira do site e pensei o quanto queria aquela Delicinha comigo, ela aparentava ter no máximo 20 aninhos.

Enfim saiu…
Quando o ônibus saiu da rodoviária do Rio sentido a São Paulo, a Delicinha percebeu que os dois assentos na frente dela estavam vagos, então ela saiu do lado da amiga magrinha e foi para os bancos da frente, podendo assim deitar nos dois bancos com mais espaço para ela, e tentar dormir melhor durante a viagem, enquanto eu estava do outro lado do corredor ao lado da Magrinha e a diagonal dos acentos da Delicinha. Fiquei por volta de uns 10 minutos maquinando em minha mente como conquistar a Delicinha, durante este mesmo tempo, a Magrinha estava sem sono e querendo se entreter, provavelmente queria ficar de papo com a amiga ao longo da viagem, mas a Delicinha queria dormir.

Obviamente fui pelo caminho mais fácil. Puxei um assunto com a Magrinha que não me chamava a atenção sexualmente num primeiro momento mas me deu toda a atenção, talvez por que não queria passar a viagem solitariamente, então iniciei o papo perguntando se ela era do Rio ou de São Paulo e ao responder que era carioca perguntei se estava indo passear em São Paulo, sempre funciona quando iniciamos um papo despretensioso como este, ainda mais quando a outra pessoa gostar de um papo furado.. Então fui conhecendo ela melhor para chegar até a amiga dela que de fato me interessava muito.

Papo vai, papo vem, perguntei a ela, vocês se conhecem de onde? Prontamente ela respondeu, sou a babá dela. Aquilo me assustou de verdade. Eu então perguntei se a novinha era menor de idade, mas a Magrinha disse que a amiga dela já tinha 19 anos, fiquei aliviado por isso, então perguntei intrigado, porque uma moça de 19 anos precisaria de uma babá, e ela me respondeu com mais detalhes, que a Delicinha era namorada de um homem com muito dinheiro que morava em São Paulo e que a mesma tinha medo de viajar de avião. Só achei estranho o termo babá e não secretária, eu denominaria melhor o cargo dela se fosse minha funcionária.

O papo começou a ficar agradável e reparei que a Delicinha tinha acordado e reparado que eu estava conversando com a Magrinha, mas fez uma cara feia, como se não tivesse gostado daquilo. Ali eu percebi que não arrumaria nada com a Delicinha mas em contrapartida, a Magrinha estava me dando muita condição, encarei aquilo como um prêmio de consolação. Já estávamos na estrada por volta de uma hora quando tomei a decisão de dar uns beijos na Magrinha. Iniciei a investida perguntando se ela não poderia vir sentar ao meu lado do outro lado do corredor do ônibus, ela sorriu, se levantou e foi até mim, quando sentou no assento ao meu lado, perguntei na cara dura, posso te beijar? ela balançou a cabeça confirmando com um sorriso de canto de boca e então dei um beijo nela, mas foi um beijo ruim, nada nela combinava comigo, não era surpresa para mim, acho que inconscientemente por querer a Delicinha, meu nível de rejeição sobre a magrinha foi maior, mas eu estava em época de guerra, onde uma carne é sempre uma carne e desejava muito comer uma carne, mesmo que não fosse uma picanha mas fosse um bife de fígado que matasse a minha fome, então, pensando em me divertir no ônibus, passei a mão sobre os seios dela e ela não se importou, passei a mão sobre as calças dela e esfreguei meus dedos na xaninha dela, porém, por cima da calça e ela deu um leve gemido no meu ouvido. Eu sabia que seria apenas uma aventura no ônibus, nada além disso, ainda mais quando reparei que a Delicinha tinha visto que estávamos nos beijando do outro lado do corredor com uma cara de desaprovação.

Sempre que eu a via, ela estava com a cara amarrada, eu achando que era algo contra mim, mas vi que em um determinado momento a Delicinha estava falando no celular com a voz baixa e uma expressão de raiva em seu rosto.

Quando enfim o ônibus fez a parada para os passageiros fazerem um lanche ou irem ao banheiro, decidi deixar as duas conversando e falei para a Magrinha que depois da parada a gente voltaria a namorar, para ela dar uma atenção a amiga Delicinha durante a parada.

Já na maldade, comprei camisinha na loja da parada de ônibus, me preparando para o segundo round. Sim, meus planos era comer ela ali no ônibus mesmo, seja no banheiro químico horrível do ônibus ou de ladinho no banco mesmo usando o cobertor que a empresa nos forneceu para a viagem para ocultar um pouco a trepada, caso alguém passasse por nós para ir ao banheiro. Voltei para o ônibus e ainda tinham 10 minutos para o ônibus sair da parada sentido a São Paulo e fiquei aguardando as duas voltarem em meu assento, mas o que eu não imaginava nem nos meus melhores sonhos fosse o que de fato aconteceu. Quem sentou ao meu lado foi a Delicinha, então perguntei: Cadê sua amiga? Ela respondeu: já está vindo, ela está no banheiro e vim na frente pois queria falar com você. Eu tenso disse, pode falar.. então ela concluiu: Meu namorado não vai me buscar na rodoviária pois nós brigamos no telefone. Eu não to com dinheiro e não tenho para onde ir essa noite, paga o hotel para mim e para minha amiga? Em troca nós duas cuidamos de você, pelo menos até ele parar com a palhaçada dele e correr de volta pra mim. Eu obviamente não pensei com a cabeça de cima e não calculei os perigos que eu poderia estar correndo por aceitar tal proposta, pois provavelmente o namorado “bem sucedido” poderia ser um policial ou um traficante. Tudo cheirava mal mas quem respondeu foi o meu pau, então eu disse “CLARO! Vamos sim”, para piorar continuei a frase com: “podem ficar em meu Flat em São Paulo estes próximos dias se quiserem”. Ela achou a ideia ótima, obviamente, a menina era bem aventureira. Sem pedir já cheguei beijando ela no ônibus antes que a Magrinha voltasse para o ônibus. Nossa, que beijo bom e molhado ela tinha. A Magrinha então chegou e viu que naquele momento eu estava beijando a Delicinha, mas obviamente não rolou ciúmes, pois as duas já tinham negociado tudo durante a parada do ônibus enquanto estavam juntas.

Durante todo o resto foi só diversão, mas em um momento que contarei mais a frente foi bem tenso, e admito que é difícil para o homem conseguir manter sua ereção quando a situação complica. Iniciamos então um sexo a 3 nos dois assentos do lado direito do corredor do ônibus a duas fileiras do banheiro que fica no final do ônibus, não tinha ninguém sentado atrás da gente, isso ajudou bastante. tinham apenas 4 ou 5 pessoas dentro do ônibus nas fileiras mais a frente, o problema é quando as pessoas iam no banheiro.

A Magrinha sentou ao meu lado direito e a novinha estava ao meu lado esquerdo meio que em cima do meu colo me beijando, então a Magrinha enfiou a mão nas minhas calças e me tocou uma punheta de leve. Ajudei ela abrindo o zíper e colocando meu pênis para fora da calça e então ela continuou a punheta com um carinho de leve e a mão da Delicinha também tocou no meu pau dividindo espaço com a mão da amiga. A minha pica estava explodindo de tesão e então peguei pelo cabelo da magrinha pelo pescoço e fiz ela mamar minha piroca enquanto beijava Delicinha. Enfiei minha outra mao na buceta da delicinha que estava no meu colo e vi que estava toda molhadinha, as duas eram duas taradas, dava para ver que amavam sexo e não tinham pudor algum. Não dava mais pra segurar, eu precisava chupar uma buceta molhada, passar minha lingua num critóris molhado, entao fiquei de joelho no corredor e chupei a bucetinha da Delicinha por uns 5 minutos apenas, pois, não poderia deixar a Magrinha na mão por muito tempo, se por um lado eu tinha o prazer de estar com a Delicinha, tinha por outro lado o dever de dar algum prazer a Magrinha que não me agradava muito até tal momento.

Voltei para meu acento fiquei beijando a Magrinha com o gosto da buceta da Delicinha, mandei a magrinha chupar minha língua dizendo para ela que estava chupando a língua com gosto de buceta da amiga dela, ela chupou e deu aquele sorrisinho com carinha de safada. Enfiei minha mão no meu bolso e tirei a camisinha que tinha comprado na parada de ônibus e coloquei no meu pau, foi quando a Delicinha tirou a calcinha e enfiou na bolsa dela, ficou apenas com a saia e subiu de frente no meu colo e não mais de lado no colo. Ela pegou na minha pica e com as mãos dela direcionou até o buraquinho molhado dela que escorregou com facilidade naquela bucetinha molhada e quentinha. Em paralelo a pirocada, enfiei minha mão direita por dentro da calça jeans da Magrinha e toquei uma siririca para ela, enquanto minha mão esquerda foi direto no buraquinho do cú da Delicinha. Ali estava eu, penetrando em quatro buracos ao mesmo tempo, pois minha língua estava sendo chupada pela Delicinha.

O momento tenso…
O momento tenso que eu disse anteriormente ocorreu agora, quando uma senhora de aproximadamente 60 anos se levantou do assento dela e foi até o banheiro, por consequência tendo que passar por nós fazendo aquela orgia, mas para minha surpresa a senhora olhou para nós e deu uma risadinha safada, se abaixou e falou em tom de sussurro, eu só não entro nessa orgia gostosa porque meu velho ta nesse ônibus dormindo lá na frente, mas aproveitei bastante, só não façam barulho”. Eu desacreditei e pensei que tudo aquilo poderia ser uma pegadinha de TV, mas fui eu quem dei em cima das moças, então estava acontecendo de verdade, como diria o povo nórdico, “Os Deuses estavam ao meu lado”, então honrei aquela senhora que queria tanto brincar conosco e não me dei por vencido quando enfim gozei na bucetinha quente da Delicinha.

Assim que gozei, mentalizei na putaria, para manter o espírito safado de pé e voltar o quanto antes para a ativa em uma segunda trepada e esperando que a segunda fosse mais demorada que a primeira, ja que eu tinha gozado de forma farta na primeira, eu sabia que a segunda iria ser mais demorada. Foi quando me surpreendi com o potencial da Magrinha que até então eu não tinha dado tanta bola.

O poder da Magrinha…
Durante o meu momento de recuperação, a Magrinha iniciou uma leve massagem nas minhas bolas, um carinho no meu pau e ficou suspirando no meu ouvido e beijando meu pescoço, disse bem baixinho: “Relaxa, estamos aqui com você. Somos suas e faremos o que você quiser fazer com a gente”. Aquele carinho, aquelas palavras, me fizeram me sentir com um poder sobre elas, uma posse, pode ser machismo da minha parte, mas foi algo que me deu muito tesão, comecei a considerar mais a Magrinha queria muito trepar com ela. Perguntei se ela poderia trocar de roupa e usar uma saia para ficar mais fácil, mas ela disse que não tinha na bolsa nem saia e nem vestido, então tivemos que fazer uma troca de roupas, a Delicinha passou a vestir uma bermuda minha que eu carregava na minha mochila, uma bermuda que corta qualquer tesão, aquelas que parecem de jogador de basket. mas a Magrinha passou a usar a saia da Delicinha, nela a saia ficava também sem o menor sentido, pois a Delicinha era mais encorpada e na magrinha a saia virou um balão. Ela tinha que segurar a saia para andar, mas naquele momento não precisávamos andar, só precisava que ela subisse no meu colo e sentasse no meu caçete.

Eu mesmo não estava acreditando como a Magrinha tinha conseguido fazer eu me recuperar tão rápido para a segunda rodada de forma que meu tesão era no momento tão intenso quanto da primeira vez. A pele da Magrinha não era tão macia e lisa quanto a da Delicinha, nem tão cheirosa, mas também não estou dizendo que ela estava fedendo, pois não estava. Apenas não me agradava tanto quanto a Delicinha, mas ela conseguiu fazer a minha pica ficar dura com apenas um toque no meu saco e um sussurro, ela soube me dominar e me ter nas mãos naquele momento.

Retornando do banheiro…
Quando a Magrinha voltou do banheiro com a saia da amiga que estava larga em seu corpo, ela subiu em meu colo no assento colado à janela do ônibus, eu pus a camisinha e a Delicinha sentou ao lado e senti minha pica que estava latejando entrar pela buceta da Magrinha. A sensação era outra, ela tinha uma fragilidade maior, como se minha pica estivesse machucando ela por dentro, tudo muito apertadinho e segurando a cintura dela, a sensação era de uma fragilidade, ela ficava mole, eu consegui sentir o tesão que ela estava sentindo mas o gemido vinha junto com uma leve dor de quem provavelmente não transava a muito tempo.

Comecei a lamber o pescoço dela e morder a pontinha de sua orelha, com minhas mãos envolvendo sua cintura, subi e dei uma leve arranhada em suas costas, naquele momento a Delicinha estava completamente deslocada da brincadeira, ela passava as mãos no meu corpo mas não tinha clima para ela ali, então a Delicinha se levantou dando mais espaço para a brincadeira entre eu e a Magrinha e foi sentar do outro lado do corredor, mas observei que ela estava se masturbando enquanto eu fodia a amiga dela com todo o tesão que estava em meu corpo naquele momento.. Levantei então os braços dos assentos do ônibus para ganhar mais espaço e fiquei meio que de pé e ao mesmo tempo agachado, pirocando a Magrinha que estava deitadinha de lado se agarrando na corda de uma cortina do ônibus, e ali ela gozou, eu mantive a penetração por mais alguns segundos e vi que iria gozar também, pois ver ela gozando foi demais para mim, então tirei meu pau de dentro e rapidamente tirei a camisinha para gozar na boca dela, mas eu não sabia que a Delicinha que estava do outro lado do corredor se masturbando adorava um leite e sussurrou: “Ei, goza aqui”, então ela abriu a boca e eu virei minha rola para a outra direção e jorrou leite na boquinha da Delicinha, pingou bastante no corredor do ônibus e assim que gozei me deu um relaxamento e uma vontade de fugir dali absurda.

A fuga…
Ainda faltava uma hora para chegarmos na rodoviária do Tietê e eu estava me sentindo esgotado, sufocado, precisando de um bom banho e uma cama e a viagem estava silenciosa, elas voltaram a ficar coladas em mim em dois assentos estávamos nós três. A Magrinha dormia com a cabeça deitada em meu ombro esquerdo e a Delicinha estava no meu colo sentada de lado deitada com a cabeça no meu peito. Eu estava com a cabeça virada para a direita olhando a estrada e pensando o que eu iria fazer com estas duas loucas na minha casa, podendo me assaltar, me drogar ou até mesmo o namorado da Delicinha querer tirar satisfação comigo. Definitivamente eu precisava me livrar das duas, mas como? A solução foi simples. Simplesmente pedi que elas me esperassem próximo ao ônibus que eu iria no banheiro da rodoviária, e então fui para o táxi e nunca mais as vi.

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