Jornada no BDSM (Parte 1)

Me chamo Raquel, tenho 22 anos, sou loira natural, peso 65 kilos, tenho seios naturais fatos, uma pele branca, o bico dos meus seios são rosados e grandes e minha bucetinha mantenho sempre 100% depilada e é rosadinha.

Agora que você sabe como sou, acho que ficará mais fácil de me imaginar ao longo de toda a história que vem pela frente.

Como você pode ver no título deste conto, esta é a primeira parte. Decidi quebrar por partes pois depois que me encontrei no BDSM surgiram muitas aventuras e outras que ainda estão por vir…

Meu primeiro contato com BDSM foi a dois anos atrás, com um homem que conheci e ficamos juntos por por ano e meio e aprendi praticamente tudo com ele.

Nos conhecemos num aplicativo de paquera e assim que começamos a conversar, ele não deixou de falar exatamente o que ele procurava. Me disse que era dominador e que não queria uma namorada e sim uma submissa. Achei interessante, um pouco assustador e um pouco engraçado também. Minha curiosidade ia aumentando conforme ele falava tudo que desejava fazer comigo.

O nome dele é Mauro, mas me pedia para chama-lo de Mestre. É até hoje um homem novo de aproximadamente 35 anos na época, Branco, cabelo preto, 1.81 de altura, 93 quilos bem distribuídos. Ele é peludo e tem uma piroca bem grossa e com aproximadamente uns 20 centímetros de tamanho.

Apesar de eu ter detalhado o Mauro tão bem para você, isso não vai fazer tanta diferença, pois honestamente, nós pouco transamos e ele praticamente não tirava a camisa, salvo, raras exceções. As vezes nem a calça ele tirava, mas isso não quer dizer que eu não sentia prazer, muito pelo contrário, pois, nunca um homem me fez gozar tanto na vida.

Eu sempre fui muito safadinha, aos 17 anos eu tinha trepado com a metade dos alunos da escola, sempre gostei de uma piroca, às vezes duas, na faculdade de enfermagem, cheguei a dar para 3 ao mesmo tempo. Adoro swing, orgias, mas o sexo sem foi apenas sexo. O que o Flávio fez comigo foi aflorar meus sentidos sexuais em um nível que eu não imaginava que existisse. me fez entender a relação entre e o prazer e a dor, me permitiu ter orgasmos múltiplos durante toda uma madrugada, até que eu perdesse meus sentidos e me visse fora do meu corpo, um sexo psicodélico sem o uso de drogas, acredite, isso é possível.

Agora você sabe como sou, como é o Mauro e tudo que ele me proporcionou, a questão agora é: Como isso tudo aconteceu? que aventuras foram essas?

Nosso primeiro encontro já foi algo bem exótico. Ele marcou comigo num café, mas pediu para eu ir de vestido. Boba que não sou já sabia que rolaria um sexo, eu queria, sou safada mesmo e ninguém paga minhas contas, o que eu nao sabia é que:
1) Descobri que o homem é tem grana
2) O item 1 não quer dizer nada pois não me comeu num hotel

Ele me levou para o banheiro do café e me chupou com mais força que o normal, deixou 3 marcas enormes de chupão nos meus seios que vi quando cheguei em casa, rasgou a minha calcinha e disse que eu não usaria mais calcinha enquanto estivesse ao lado dele e me fudeu com os dedos enquanto nunca ninguém penetrou com tanta força e sem pena o meu cuzinho rosado.

Ele parecia não se importar por estarmos num banheiro de um café, não se importava com o barulho que viéssemos a fazer, parecia não se importar comigo, puxava meu cabelo com intuito de machucar, eu não sabia se estava transando ou sendo estuprada naquele momento. Quando enfim ele gozou, ele se reconstruiu em um homem extremamente gentil e delicado, me ajudou a me recompor e saímos do banheiro (Eu constrangida e ele normalmente como se fosse o banheiro da casa dele), e fomos para um restaurante, onde bebemos caipirinhas e comemos alguns aperitivos e ele me disse:

Raquel, sei que você não é uma criança, mas ainda é uma mulher jovem. O mundo que vivo é diferente, não sou um homem rico, mas o que eu gosto de fazer sexualmente requer uma boa condição financeira e eu tenho condições para isso.

Sou dominador, senti que vc é uma mulher que gosta muito do sexo mas sempre foi muito robótico, você vai aprender muito se for submissa a mim.

Ele já tinha me falado algo sobre isso no aplicativo, mas eu não sabia que tipo de submissa eu poderia ser para esse homem, mas sabia que era isso que eu queria ser, seja qual tipo for, por isso perguntei: O que seria ser submissa a você Mauro?

Ele me falou que inicialmente eu não conheceria a casa dele, é um canto que ele não leva ninguém (Realmente não leva, pois até o momento do nosso término um ano e meio depois, ele não me levou na casa dele), mas tinha alugado um flat no Bairro de Botafogo, é um flat que ele usa para “jogos sexuais” e que me daria uma cópia das chaves (realmente deu depois de um mês que saiamos) e me chamou para ir no flat no dia seguinte, pois a aventura iria começar.

No dia seguinte me produzi, botei um vestido azul lindo, por baixo usei uma lingerie de rendinha de cor vinho com cinta liga, deixei minha florzinha bem depilada e cheirosa, pela manhã fiz meu cabelo, ele é liso, pedi para fazerem um belo volume de ondulação nele, passei um batom vinho, fiquei mulher fatal, então fui na casa dele com a pior das intenções, mas ao mesmo tempo, com a melhor delas.

Chegando na recepção do flat, tudo muito bonito, prédio novo, tinha uma varanda, entrada muito chique, achei o máximo, mas quando subi o elevador e ele me recebeu na porta, tudo mudou.Todo o apartamento era escuro, as paredes pintadas de preto com acabamento em vermelho, o chão era em porcelanato preto espelhado. Um sofá de couro marrom escuro, um bar repleto de bebidas alcoólicas, um jogo de dardos na parede ao lado esquerdo, uma cama king size no fundo do quarto colado à janela, na frente da cama uma espécie de balanço que se prendia ao teto por correntes e o acento em couro preto, em todas as paredes tinha uma espécie de gancho, visivelmente para amarrar cordas ou correntes, tinha uma jaula num canto de uma parede, parecia uma jaula de prender cachorro, um cachorro grande, muitos chicotes na parede ao lado direito da entrada do apartamento, e uma cômoda de madeira escura envelhecida.

Ele me perguntou se eu me sentia mal, claustrofóbica ou algo do tipo, pois reparou que fiquei pálida. Disse que estava bem, só um pouco chocada, pois minhas piores intenções nem de perto era igual as piores intenções dele. Eu imaginava receber uns belos tapas, uma gozada na cara, ser xingada, mas não ser amarrada, chicoteada ou penetrada com itens que eu não sei se aguentaria tamanha intensidade.

Então ele me disse: Calma Raquel, apesar de tudo isso que você está vendo, te garanto que nada aqui ocorrerá contra a sua vontade. então não se preocupe, nem precisamos transar se você não estiver a vontade. Vamos sentar no sofá e conversar sobre tudo isso..

Então conversamos, acabei nem sentando no sofa, pois conforme ele ia me falando sobre tudo, eu ia tocando em todos os itens, vendo como funciona cada objeto, estava adorando na verdade, vi umas bolinhas e ele me disse que seria para introduzir em mim enquanto me estimulava com um outro vibrador anal e me chicotearia na bunda. Tinha vendas para os olhos. achei tudo um máximo e com muita variedade de produtos semelhantes, com tamanhos diferentes.

Mauro então perguntou se eu queria fazer um teste sem pegar pesado, eu disse que sim, então ele tirou meu vestido, olhou minha lingerie e vi que ele mordeu os lábios, vi que ele gostou do que viu, então tirou minha lingerie e me passou uma algema na mão esquerda e me colocou de quatro na cama, passou a algema pela cabeceira da cama e prendeu minha mão direita. Depois que ele fez isso, me deu um certo pânico, eu não o conhecia e estava presa num quarto escuro completamente exposta, então ele passou a mão na minha bucetinha e eu ja não sabia o que pensar. ele passou um gel na mão, uma quantidade considerável e passou o gel na minha buceta, mas foi muito e senti o frescor, depois ficou enfiando o dedo, depois dois dedos, três, quatro… derrepente parou.
Ele se levantou e foi pegar algo, voltou com uma venda e tampou meus olhos e disse que eu iria aguçar os meus outros sentidos, então passou ainda mais gel na mão e passou a mão na minha buceta enfiando os 4 dedos, quando vi, ele estava com a mão inteira na minha vagina, eu sentia dor, nunca ninguém tinha enfiado a mão em mim, mas sentia prazer, ele ja tava com o punho em mim.

Depois ele pegou um vibrador, eu só vi depois que gozei o tamanho do enorme vibrador pois estava vendada na hora, mas passou algo no vibrador, e começou a rodear o vibrador na minha bunda, ele tava bem melado, mas era um gel diferente, algo quente e que me excitava muito, então penetrou e senti que era grosso, era pra fazer estrago no meu cuzinho e de fato fez, quando me dei por percebida ele estava com um vibrador inteiro no meu rabo que era enorme e grosso e com o punho na minha buceta me socando, nunca tinha sentido tamanho tesão e gozei no punho dele, gozei forte, gritei, berrei, berrei muito, então ele tirou tudo de mim, me desvendou e me tirou as algemas e disse: Viu, eu não te machuquei, não te bati, mas se quiser conhecer meu mundo, estarei aqui para te introduzir de pouco a pouco tudo que sei.
Eu aceitei e então ele me disse: Tenho quatro submissas, você é a quinta, então tenho horários programados para castigar cada uma delas, e se você quiser realmente, as terças-feiras serão suas neste primeiro momento. Foi como um soco no estômago para mim, pois esperava um namorado e agora era a quinta submissa de um homem. Como isso seria? Sentiria ciúmes? elas iriam me conhecer? precisam me aceitar? fiz todos estes questionamentos a ele e ele disse que tudo no seu tempo.

Bom, realmente a partir deste dia, meu mundo mudou e irei contar para você a segunda parte deste conto em breve…

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Jornada no BDSM (Parte 1)

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